Tim Payne, lateral da Nova Zelândia, acumula 5,7 milhões de seguidores, superando os 5,3 milhões de habitantes do país. O atleta virou sensação global após campanha viral nas redes sociais.
A Nova Zelândia está apostando em um verdadeiro fenômeno das redes sociais para conquistar a torcida durante a Copa do Mundo. O lateral-direito Tim Payne, com mais de 5,7 milhões de seguidores em suas redes sociais, superou até mesmo a população do seu país, que é de 5,3 milhões. Esta diferença impressionante tem atraído a atenção e o apoio de fãs ao redor do mundo.
Payne chamou a atenção por meio de uma campanha do influenciador argentino Valen Scarsini, que destacou o jogador como o menos seguido no álbum de figurinhas da Copa do Mundo. Desde então, o lateral de 32 anos se tornou uma sensação nas redes, e sua popularidade não passou despercebida pelos companheiros de equipe.
— Pode trazer outras nações para olhar para o nosso time e se animarem. Quem sabe podemos ser o segundo time para mais países do mundo? Isso só vai trazer coisas boas para nós — afirmou Chris Wood, um dos principais jogadores da seleção neozelandesa, em coletiva de imprensa na véspera do confronto contra o Irã, em Los Angeles.
O técnico da Nova Zelândia, Darren Bazeley, também comentou sobre a situação, adotando um tom mais sério. Ele reconheceu a importância da visibilidade que Payne está recebendo, mas destacou a necessidade de manter o foco na performance dentro de campo.
— Publicidade é publicidade. O nosso trabalho é ir e performar. Sei que o Payne disse que quer se concentrar em treinar e performar na Copa do Mundo. Seja o que for, vai ter muita atenção da mídia porque estamos em um Mundial. Ele quer fazer o seu nome, como todos os jogadores que estão na Copa do Mundo e ganham atenção da mídia por isso. Mas não acho que isso nos afeta de modo algum — explicou Bazeley.
A Nova Zelândia fará sua estreia na Copa do Mundo nesta segunda-feira, enfrentando o Irã às 22h (horário de Brasília), em um jogo que promete ser emocionante. O Irã, que enfrenta desafios diplomáticos com os Estados Unidos, teve que alterar seu local de treinamentos para a cidade de Tijuana, no México.
— Para ser honesto, nós tratamos como um jogo normal. Preparamos o mesmo para todos os jogos internacionais, não fizemos nada diferente. Assistimos a muitos jogos anteriores e conhecemos os jogadores. Para nós é um jogo grande porque é Copa do Mundo — ponderou o técnico Bazeley.
O grupo G da Nova Zelândia conta também com Bélgica e Egito, que se enfrentam mais cedo, às 16h, aumentando a expectativa para a estreia neozelandesa.

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