Foto: Globo — uso em caráter informativo.
Luca Zidane, goleiro da seleção argelina, abriu o jogo sobre saúde mental durante o Mundial. O atleta contou como o acompanhamento psicológico se tornou essencial para suportar a pressão do torneio.
No emocionante cenário da Copa do Mundo de 2026, o goleiro Luca Zidane, filho do lendário Zinedine Zidane, revelou que tem buscado auxílio psicológico para enfrentar a pressão de atuar em um torneio tão prestigioso. Em uma entrevista impactante, o atleta da seleção argelina compartilhou que o acompanhamento mental se tornou uma parte crucial de sua preparação, destacando a importância de cuidar da saúde mental tanto quanto da forma física.
Durante a conversa, Luca enfatizou que o futebol moderno exige dos jogadores um equilíbrio entre a mente e o corpo. Ele afirmou que essa nova abordagem mudou sua vida, especialmente no contexto do esporte, onde a pressão é intensa e as expectativas são elevadas. “Comecei a trabalhar com um preparador mental, mas até agora nunca tinha falado sobre isso. Para mim, isso mudou minha vida, especialmente no futebol, porque hoje em dia, estar mentalmente preparado é tão importante quanto estar fisicamente”, disse o goleiro.
Além de discutir sua preparação, Luca também trouxe à tona uma curiosidade familiar: ao contrário do que muitos poderiam imaginar, sua maior crítica no futebol vem de sua mãe, Véronique Zidane. Ele explicou que, enquanto seu pai, campeão mundial pela França em 1998, mantém uma postura mais reservada sobre sua carreira, sua mãe é bem mais incisiva. “Na minha família, falamos muito sobre futebol, mas não com meu pai. Meu pai não interfere no que eu tenho que fazer. Minha mãe, sim. Quando chego em casa depois de uma partida, minha mãe me pergunta: ‘Por que você fez isso?’. Meu pai, muito raramente”, revelou Luca.
Na estreia da seleção argelina, Luca enfrentou a Argentina e sofreu uma derrota de 3 a 0. Agora, ele se prepara para a sequência da competição, ciente da pressão que recai sobre seus ombros para garantir a classificação da Argélia no Grupo J. A expectativa é alta e a resiliência será fundamental para o goleiro, que busca responder às críticas e solidificar seu lugar no futebol internacional.

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