Marquinhos assume o braçal da seleção brasileira rumo ao Mundial de 2026. Criado na Zona Norte de SP, o zagueiro do PSG transformou sonhos de infância em uma trajetória de superação.
Marquinhos está prestes a viver um momento glorioso em sua carreira, indo para sua terceira Copa do Mundo em 2026, agora como o capitão da seleção brasileira. O zagueiro, que também é o líder do Paris Saint-Germain, bicampeão da Champions League, construiu sua imagem de destaque não apenas em campo, mas também fora dele. Sua trajetória é marcada por uma base sólida, tanto familiar quanto escolar, na Zona Norte de São Paulo.
Antes de brilhar como zagueiro, Marquinhos tinha um sonho diferente: ser goleiro. O jovem talento, que sempre foi carinhosamente chamado pelo diminutivo, também se destacou no atletismo durante sua infância. Para conhecer mais sobre essa história inspiradora, fizemos uma visita ao Colégio Salesiano, onde Marquinhos deu seus primeiros passos no futebol. Lá, encontramos Adalberto Barbosa, diretor de esportes da instituição, que compartilhou memórias valiosas sobre o aluno Marquinhos.
“Ele gostava muito de brincar, de jogar, e o que ele mais gostava era de correr. No atletismo, ele se destacava muito e sempre ganhava medalhas”, relembra Adalberto.
Marquinhos chegou ao Salesiano como bolsista e fez quase todo o seu Ensino Fundamental na escola, que é conhecida por incentivar a prática esportiva. Adalberto recorda como o garoto iluminava o pátio imenso da escola, sempre pronto para a corrida e o atletismo. Ele ainda se lembrava da antiga pista oficial, onde Marquinhos brilhava em festivais internos e externos.
Apesar de sua paixão pelo atletismo, o futebol sempre foi sua verdadeira vocação. Marquinhos era um garoto que adorava brincar com a bola, e, curioso, também gostava de ser goleiro quando necessário. “Quando faltava goleiro, ele ia para o gol. Ele não era goleiro, jogava na linha, mas ia bem porque tinha habilidade para isso”, conta seu antigo treinador.
Marquinhos deixou o Salesiano por volta dos 12 anos, quando sua mãe deixou de ser professora da escola. Nessa época, ele já estava federado pelo Corinthians, um passo importante em sua carreira, que começou a se desenhar com seriedade. “A seriedade no futebol começou perto dos 10 anos, quando o Timão entrou na sua vida”, explica Adalberto.
O ambiente competitivo do futebol, repleto de olheiros e empresários, não era novidade para Marquinhos, que já vinha de uma família envolvida com o esporte. Enquanto seu irmão Luan tentava a carreira, o primo Moreno também buscava seu espaço nas categorias de base. Desde pequeno, Marquinhos conciliava treinos no Corinthians com as aulas, sempre mantendo boas notas.
“Ele era um garoto normal, brincalhão. De vez em quando aprontava, mas não tinha estresse”, relembra Adalberto com um sorriso.
Na escola, todos queriam jogar com Marquinhos, não apenas por seu talento, mas também por seu carisma. Ele se tornou uma figura querida, e, mesmo após deixar o Salesiano, nunca esqueceu suas raízes. Sua trajetória profissional começou aos 18 anos, passando pelo Corinthians, Roma e, finalmente, PSG.
Hoje, a conexão com sua antiga escola permanece viva. Marquinhos enviou uma camisa autografada como forma de gratidão, um gesto que simboliza sua trajetória e o carinho que tem por aqueles que o ajudaram a chegar até aqui. A história de Marquinhos é um exemplo inspirador de dedicação, talento e humildade, que certamente emocionará a todos durante a Copa do Mundo de 2026.
/https%3A%2F%2Fmedia.trivela.com.br%2Fmain%2F2026%2F06%2Fmarquinhos-camisa-scaled.jpeg)
/https%3A%2F%2Fmedia.trivela.com.br%2Fmain%2F2026%2F06%2Fmarquinhos-corinthians-scaled.jpg)
/https%3A%2F%2Fmedia.trivela.com.br%2Fmain%2F2026%2F06%2Fmarquinhos-jovem-scaled.jpeg)
Siga o Foco no Esporte e acompanhe jogos, resultados e notícias em tempo real.
