Faltam poucos dias para a tão aguardada Copa do Mundo e a expectativa está nas alturas entre os atletas que estarão em campo. Neste fim de semana, Marc Cucurella, lateral do Chelsea e da seleção espanhola, fez declarações surpreendentes sobre os adversários que gostaria de evitar na competição.
Em um evento de lançamento de uma nova patrocinadora da seleção espanhola, Cucurella não hesitou ao mencionar que a Holanda e o Equador são seleções que lhe causam preocupação. “A Holanda, que tem uma grande equipe, e a seleção do Equador, que não me transmite confiança no sentido positivo. Parece que não estão ali, mas vão fazer as coisas bem. Tomara que voltem logo para casa”, disparou o jogador, revelando seus temores antes do início do mundial.
Esta será a primeira experiência de Cucurella em uma Copa do Mundo, e ele está determinado a ajudar a Espanha a conquistar o que seria o segundo título da sua história na competição, sendo o primeiro em 2010, na África do Sul. “Ganhar tem um gosto glorioso. Nos momentos difíceis, chegar ao topo é a coisa mais bonita. Significa fazer felizes os seus; muita gente se emociona, e isso está entre as melhores sensações”, completou o lateral, mostrando sua paixão pelo futebol.
No último domingo, dia 31, a seleção da Espanha se reuniu para o primeiro treino sob o comando de Luis de La Fuente. Os atletas convocados se prepararam para embarcar rumo aos Estados Unidos, onde a competição será realizada. A atmosfera era de expectativa e entusiasmo, com Cucurella e seus companheiros prontos para dar o melhor em busca do título.
Outro atleta presente no evento foi o goleiro Unai Simón, que também comentou sobre a participação da Espanha na Copa do Mundo. Ele ressaltou a importância de manter o estilo de jogo que caracteriza a seleção. “Nós temos que colocar o tempero na Copa do Mundo, aproveitar muito a bola e continuar iguais, porque as pessoas se identificam conosco”, afirmou Simón.
O goleiro ainda fez uma análise da recente final da Liga dos Campeões, onde o PSG se sagrou campeão após vencer o Arsenal nos pênaltis. Simón exaltou Luis Enrique, seu ex-treinador, que o lançou na seleção. “Fiquei feliz pelo Luis Enrique, que foi um treinador que marcou muito minha trajetória profissional, me dando a oportunidade de estrear”, declarou o arqueiro.
Sobre as disputas de pênaltis, Simón comentou: “Não é a forma mais justa de decidir uma partida, mas o futebol é assim. Você pode ganhar todas as disputas ou perder todas. PSG e Arsenal foram merecidamente finalistas da Champions”. Com isso, a Espanha se prepara para fazer história mais uma vez na Copa do Mundo, e os jogadores estão determinados a brilhar em campo.
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