Em uma emocionante cerimônia realizada na última terça-feira, 26 de maio, o técnico Mauricio Pochettino revelou ao mundo os 26 jogadores que representarão os Estados Unidos na tão aguardada Copa do Mundo de 2026, que acontecerá nos EUA, Canadá e México. A lista, que já gerava expectativas entre os torcedores, trouxe algumas surpresas que deixaram muitos analistas de boca aberta.
A principal novidade foi a convocação do meia-atacante Alejandro Zendejas, do Club América, que foi escolhido mesmo após ter acumulado apenas 139 minutos em campo sob o comando de Pochettino. Essa escolha inesperada deixou os fãs e especialistas em futebol intrigados, criando um misto de expectativa e curiosidade sobre o que Zendejas pode trazer para a equipe em um torneio tão importante.
Por outro lado, Gio Reyna, que atua pelo Borussia Mönchengladbach, garantiu sua vaga na seleção apesar de uma temporada europeia que foi marcada por poucos minutos em campo. Essa convocação demonstra a confiança de Pochettino em jogadores que, mesmo sem grande destaque recente, podem brilhar em momentos decisivos.
Entre os cortes, as ausências mais notáveis foram as dos meio-campistas Tanner Tessmann, do Lyon, e Aidan Morris, do Middlesbrough, que foram figuras constantes nas convocações anteriores. Além deles, Diego Luna, do Real Salt Lake, também ficou de fora, uma perda significativa considerando seu desempenho positivo na MLS. A lesão do volante Johnny Cardoso também o tirou da disputa, o que gerou ainda mais discussões sobre as escolhas do treinador.
A espinha dorsal da equipe continua a ser formada por jogadores experientes que atuam na Europa. Christian Pulisic, do Milan, Tyler Adams, do Bournemouth, e Weston McKennie, da Juventus, são algumas das referências que trarão estabilidade e experiência ao grupo. No ataque, Pochettino aposta em um trio explosivo: Folarin Balogun (Monaco), Ricardo Pepi (PSV Eindhoven) e Haji Wright (Coventry City), que juntos somam impressionantes 56 gols na temporada por seus clubes.
Além disso, metade do elenco convocado, ou seja, 13 jogadores, já esteve na Copa do Mundo do Catar em 2022, o que traz um conhecimento valioso sobre a competição. O veterano zagueiro Tim Ream, com 38 anos, lidera a experiência defensiva, enquanto o jovem lateral Alex Freeman, de apenas 21 anos, é o mais novo integrante da delegação.
Antes da estreia na Copa, a Seleção dos EUA tem dois amistosos programados: enfrentará Senegal no dia 31 de maio, em Charlotte, e a poderosa Alemanha no dia 6 de junho, em Chicago. Na fase de grupos da Copa, os EUA estão no Grupo D, ao lado de Paraguai, Austrália e Turquia, prontos para buscar a glória em casa.
A lista completa dos convocados é a seguinte:
Goleiros: Chris Brady (Chicago Fire), Matt Freese (New York City FC) e Matt Turner (New England Revolution).
Defensores: Max Arfsten (Columbus Crew), Sergiño Dest (PSV Eindhoven), Alex Freeman (Villarreal), Mark McKenzie (Toulouse), Tim Ream (Charlotte FC), Chris Richards (Crystal Palace), Antonee Robinson (Fulham), Miles Robinson (FC Cincinnati), Joe Scally (Borussia Mönchengladbach) e Auston Trusty (Celtic).
Meio-campistas: Tyler Adams (Bournemouth), Sebastian Berhalter (Vancouver Whitecaps), Weston McKennie (Juventus), Gio Reyna (Borussia Mönchengladbach), Cristian Roldan (Seattle Sounders) e Malik Tillman (Bayer Leverkusen).
Atacantes: Brenden Aaronson (Leeds United), Folarin Balogun (Monaco), Ricardo Pepi (PSV Eindhoven), Christian Pulisic (Milan), Tim Weah (Marseille), Haji Wright (Coventry City) e Alejandro Zendejas (Club América).
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