Foto: Reuters — uso em caráter informativo.
Em uma partida que deixou os torcedores brasileiros desolados, a Seleção Canarinho foi eliminada da Copa do Mundo 2026 ao perder por 2 a 1 para a Noruega. O plano de Carlo Ancelotti, que apostou em um jogo de armadilha, falhou miseravelmente, refletindo uma estratégia que não se alinhava com a tradição do futebol brasileiro.
Desde o início do jogo, o Brasil optou por ceder a posse de bola à Noruega, esperando explorar os contra-ataques. Contudo, essa abordagem pouco funcionou, com o time nórdico dominando as ações. A primeira grande chance da Seleção foi um pênalti, mas Bruno Guimarães, em uma cobrança que poderia ter mudado o rumo da partida, viu o goleiro Nyland brilhar e impedir a conversão.
“O Brasil nunca me convenceu”, declarou o ícone Ibrahimovic após a vitória da Noruega.
O primeiro tempo teve momentos de tensão, com a Noruega chegando a anotar um gol que foi corretamente anulado por impedimento. O Brasil parecia perdido em campo, sem conseguir se impor, mesmo quando ajustou sua postura defensiva. O time mostrou lampejos de qualidade, mas sem a efetividade necessária.
No segundo tempo, a situação não melhorou. Ancelotti fez mudanças que, ao invés de energizar a equipe, acabaram por desarticulá-la. A entrada de Endrick para reforçar o ataque não trouxe os resultados esperados, e a Seleção se viu cada vez mais recuada, permitindo que a Noruega controlasse o jogo.
O gol de Haaland, que abriu o placar, foi um golpe devastador. O atacante, sempre perigoso, aproveitou um cruzamento preciso e cabeceou firme para o fundo das redes. O Brasil, que não soube como reagir, viu suas esperanças diminuírem ainda mais quando Haaland voltou a marcar, desta vez com um potente chute de canhota.
Felipe Melo, ex-jogador e comentarista, criticou as escolhas de Ancelotti: “Entraria com o Neymar de titular”.
Com a eliminação, o Brasil se despede da Copa em um momento de reflexão intensa. A Seleção não conseguiu honrar sua rica história no torneio, e a derrota deixa claro que mudanças são necessárias. A expectativa agora recai sobre o futuro, e se o grupo, sob a direção de Ancelotti, será capaz de se reerguer para os próximos desafios que estão por vir.
Enquanto isso, a Noruega celebra uma vitória histórica, e a pergunta que fica é: qual será o caminho do Brasil daqui para frente?

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