A seleção alemã escolheu um castelo histórico em Winston-Salem, na Carolina do Norte, como base na Copa do Mundo. O hotel de luxo tem diárias de até R$ 7,8 mil e reservas bloqueadas pela federação até 21 de julho.
No coração da Carolina do Norte, a seleção da Alemanha encontrou seu refúgio perfeito para a Copa do Mundo: um magnífico castelo, erguido na década de 1920, que agora opera como um hotel de luxo. Localizado em Winston-Salem, esse impressionante imóvel oferece uma experiência inigualável aos seus hóspedes, com diárias que variam de R$ 1,3 mil a R$ 7,8 mil.
Os jogadores da delegação alemã chegaram ao hotel na última segunda-feira, onde a hospedagem foi especialmente reservada para a Federação Alemã de Futebol durante todo o torneio. Com reservas bloqueadas até o dia 21 de julho, dois dias após a grande final, os visitantes poderão voltar a reservar quartos a preços que vão de US$ 239 a US$ 1,5 mil, dependendo da data e da acomodação escolhida.
“Aqui temos muita paz e tranquilidade, um contraste com Chicago, onde, claro, há muita agitação. Temos bastante espaço, um hotel só para nós,”
disse o técnico da seleção nacional, Julian Nagelsmann, ao chegar no local.
O Graylyn Estate, eleito o segundo melhor hotel boutique dos Estados Unidos pelo jornal USA Today, conta com 85 quartos e 15 salas de reuniões, distribuídos em cinco edifícios. Descrito como um “hotel boutique acolhedor e charmoso”, os hóspedes são tratados como realeza por mordomos atenciosos disponíveis 24 horas por dia.
Entre as diversas comodidades oferecidas, destacam-se biscoitos caseiros de caramelo, sorvetes ilimitados, além de opções de lazer como bicicletas e pesca em um lago, tudo isso em uma propriedade histórica que se estende por 22 hectares, o que equivale a 31 campos de futebol.
A história do Graylyn Estate remonta a 1925, quando o influente executivo da indústria do tabaco, Bowman Gray, e sua esposa Nathalie adquiriram a propriedade. A construção da mansão, em estilo neorromânico, começou três anos depois, e a família se mudou para o local em 1932. Após a morte de Bowman, a mansão foi doada à Escola de Medicina Bowman Gray da Universidade Wake Forest, e, após um incêndio na década de 1980, passou por uma revitalização que a transformou em um renomado hotel de luxo.
A mansão é um verdadeiro tesouro arquitetônico, contendo objetos decorativos coletados pelo casal em suas viagens, como tapeçarias egípcias e painéis de um castelo francês. Além disso, os treinos da equipe alemã serão realizados nas instalações da Universidade Wake Forest, que fica a poucos minutos de distância do hotel.

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