Foto: Divulgação — uso em caráter informativo.
O atacante deixou o campo com dores na coxa direita durante a vitória do Brasil sobre o Haiti. A CBF ainda não revelou a gravidade, mas o jogador já está em tratamento.
O drama de Raphinha na Copa do Mundo 2026 continua a se intensificar. Após uma estreia apagada contra o Marrocos, onde o atacante não conseguiu brilhar, ele foi forçado a deixar o campo no primeiro tempo durante a vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Haiti, realizada no Estádio da Filadélfia, na Pensilvânia, nesta sexta-feira (19). O jogador sentiu dores no músculo posterior da coxa direita e iniciou o tratamento imediatamente no estádio. Até o momento, a CBF não forneceu informações detalhadas sobre a gravidade da lesão, mas o cenário não é animador. Há um risco real de que ele não esteja disponível para o confronto contra a Escócia, marcado para a próxima quarta-feira (24) no Estádio de Miami, na Flórida. Essa situação coloca Carlo Ancelotti em uma posição desafiadora, pois ele precisa encontrar alternativas para a formação titular.
Na partida contra o Marrocos, Raphinha começou jogando centralizado, mas ao longo do duelo, ele fez uma troca de posições com Lucas Paquetá, atuando pela ponta-direita, uma posição que já se tornou familiar para ele durante suas temporadas no Barcelona, sob o comando de Hansi Flick. A ausência do atacante representa uma perda significativa para a equipe, que precisará se adaptar rapidamente.
“Uma pena o Raphinha machucado. Acho que foi a mesma lesão da outra vez”, afirmou Vinicius Júnior à “CazéTV” após o jogo.
Após a saída de Raphinha, Ancelotti optou por Rayan, do Bournemouth, como seu substituto. Apesar de Rayan não ter se destacado de forma brilhante durante a partida, ele se apresenta como uma opção viável, uma vez que suas características de jogo se assemelham às de Raphinha. Enquanto Raphinha explorou a velocidade contra a defesa haitiana, Rayan teve um papel mais de controle de bola, contribuindo para a manutenção do ritmo da partida.
Outro nome que surge como uma alternativa interessante é Endrick, que também pode atuar na ponta-direita. O jovem atacante, que fez sua estreia na Copa do Mundo contra o Haiti, foi convocado por Ancelotti devido à sua versatilidade. Enquanto Vinicius Júnior e Matheus Cunha estão garantidos no ataque, a escolha da substituição na ponta-direita se torna uma questão crucial para Ancelotti, que deve decidir entre Rayan e Endrick com base nos próximos treinos.
O diagnóstico que será realizado nas próximas horas terá um impacto direto no futuro de Raphinha, não só na seleção, mas também em sua carreira no Barcelona, onde já passou por dificuldades semelhantes. O atacante ficou mais de 100 dias afastado do clube devido a lesões musculares na coxa e perdeu jogos decisivos na Champions League. Se a situação se repetir, Raphinha poderá enfrentar um novo período de recuperação, o que seria um golpe duro em um momento tão importante de sua carreira.
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