Foto: Divulgação / Internet
Após 16 anos fora do Mundial, o Paraguai desafia os Estados Unidos nesta sexta (12), às 19h, no SoFi Stadium. A missão: surpreender os anfitriões e repetir a história de 2010.
Após 16 anos de ausência, o Paraguai está de volta à Copa do Mundo e chega aos Estados Unidos com uma missão clara: surpreender o país-sede, nesta sexta-feira (12), às 19h (de Brasília), no SoFi Stadium, em Los Angeles, Califórnia. O desafio é grande, mas a seleção paraguaia tem tudo para tentar estragar a festa dos anfitriões, que são favoritos ao lado da Turquia no grupo D.
O Paraguai, que terá pela frente uma torcida majoritariamente americana, busca reviver momentos marcantes do passado, como a campanha de 2010, quando avançou até as quartas de final na África do Sul. Naquele torneio, a seleção paraguaia foi eliminada pela Espanha, campeã do mundo, em uma partida acirrada que terminou 1 a 0. Agora, com a confiança renovada, o Paraguai está pronto para mostrar seu valor.
O capitão Gustavo Gómez não hesitou em expressar o espírito da equipe. Em uma declaração bem-humorada, ele comentou sobre a possibilidade de Donald Trump assistir ao jogo:
ele brincou em entrevista ao “Podpah”. Para Gómez e seus companheiros, não há nada a perder, apenas a ganhar.“Não sei se o Donald Trump vai estar no jogo, mas acho que vai estar meio triste se nós ganharmos”,
O Paraguai conquistou a classificação para o Mundial de forma emocionante, garantindo a última vaga direta das eliminatórias sul-americanas, atrás de potências como Argentina, Colômbia, Equador, Brasil e Uruguai. O trabalho do técnico Gustavo Alfaro, que assumiu o comando da seleção em 2024, tem sido fundamental nesse processo. Alfaro trouxe uma nova abordagem ao time e, sob sua liderança, o Paraguai conquistou vitórias notáveis contra adversários tradicionais.
Apesar de contar com um elenco talentoso, a seleção paraguaia enfrentará um desafio extra: a ausência de uma de suas principais estrelas, Julio Enciso, que sofreu uma lesão muscular na coxa direita. No entanto, o treinador Alfaro tem opções em mente para suprir essa falta, incluindo a dupla Ramón Sosa e Maurício, do Palmeiras, e outros jogadores que atuam no futebol brasileiro, como Damián Bobadilla (São Paulo) e Fabián Balbuena (Grêmio).
A força defensiva será a principal arma do Paraguai nesta estreia. Durante as eliminatórias, a seleção teve uma das melhores defesas, sofrendo apenas dez gols, o que a iguala à Argentina. Com um ataque que anotou 14 gols, a equipe se prepara para um jogo reativo, ciente de que a pressão estará em cima dos Estados Unidos, que jogam em casa pela primeira vez em um Mundial desde 1994.
A expectativa é alta para este confronto, que marca a abertura do Grupo D. Desde 2006, apenas o Catar foi derrotado em seu jogo inaugural como país-sede. Com essa história em mente, o Paraguai tem a chance de escrever um novo capítulo na sua trajetória na Copa do Mundo.
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