Foto: Divulgação / Internet
A Seleção Brasileira mira a liderança do Grupo C e pode cruzar com o Japão nas oitavas. Ancelotti estreia no mata-mata com missão desafiadora diante dos asiáticos.
O Brasil se destaca como o grande favorito à classificação na liderança do Grupo C da Copa do Mundo, onde enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia. Caso a expectativa se concretize, o desafio nos 16-avos-de-final será contra o segundo colocado do Grupo F, que conta com Países Baixos, Japão, Tunísia e Suécia. Enquanto a Laranja Mecânica, sob o comando de Ronald Koeman, carrega as maiores expectativas, a equipe de Hajime Moriyasu também promete elevar o nível competitivo nesta fase do torneio.
Se tudo ocorrer conforme o planejado, o primeiro adversário de Carlo Ancelotti no mata-mata pode ser exatamente os Samurais Azuis, que estão em uma fase excelente e são apontados como uma das possíveis surpresas da competição. Nas últimas duas edições, a seleção japonesa quase se encontrou com a Amarelinha no mata-mata. Em 2018, nas oitavas de final, o Japão sofreu uma virada emocionante para a Bélgica nos minutos finais. Na edição de 2022, empatou com a Croácia, mas foi eliminado nos pênaltis. Esse histórico de quase encontros não pode ser ignorado.
A seleção japonesa tem construído um ciclo sólido rumo à América do Norte, mantendo uma base promissora que almeja alcançar as quartas de final, sua melhor colocação na história das Copas do Mundo. A campanha tranquila nas Eliminatórias Asiáticas, onde lideraram o Grupo C, consolidou uma geração forte, embora tenham perdido algumas peças-chave, como Takumi Minamino e Kaoru Mitoma, além do capitão Wataru Endo.
“Apesar das ausências, o Japão continua a ser uma ameaça real, devido à sua consistência coletiva e comprometimento tático”, destaca um especialista.
O estilo de jogo do Japão, sob a filosofia de Hajime Moriyasu, se destaca pelo 3-4-2-1, onde os alas desempenham papel fundamental tanto no ataque quanto na defesa. A equipe é conhecida por sua organização tática e capacidade de adaptação ao adversário. Se o Brasil controlar a posse de bola, os japoneses sabem como fechar os espaços e podem lançar contra-ataques rápidos e perigosos.
Além disso, a seleção japonesa tem demonstrado um ótimo poder de adaptação, podendo ditar o ritmo do jogo com paciência e toques precisos. Mesmo com a perda de titulares, o grupo se mostra versátil e capaz de manter um bom desempenho. Desde 2019, o Japão permanece invicto contra seleções europeias, incluindo grandes nomes como Inglaterra e Alemanha, e chega à Copa do Mundo com seis vitórias consecutivas, marcando 30 gols e sofrendo apenas três nas últimas dez partidas das Eliminatórias Asiáticas.
Em um amistoso realizado em outubro de 2025, a seleção brasileira enfrentou o Japão e saiu derrotada por 3 a 2, mostrando que os erros defensivos podem ser explorados. Com isso, o confronto entre Brasil e Japão promete ser uma batalha intensa e cheia de emoção na Copa do Mundo!
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