Foto: Divulgação / Internet
Canobbio defende o Uruguai hoje contra a Arábia Saudita, em Miami. O atacante entra para a história do Fluminense com uma marca inédita e especial.
O Fluminense celebra um momento histórico ao ter Canobbio convocado para a Copa do Mundo de 2026. O atacante uruguaio, que já fez parte da seleção na última edição do torneio, agora se prepara para mais um desafio grandioso. Hoje, às 19h, a equipe celeste enfrentará a Arábia Saudita, em Miami, e Canobbio é uma das esperanças do time. Ele se destaca como o segundo jogador estrangeiro na história do Fluminense a ser chamado para uma Copa do Mundo, um feito que traz grande orgulho ao clube e à sua torcida.
A trajetória de Canobbio até aqui não foi fácil. Para chegar a este nível, o jogador fez sacrifícios significativos em sua vida pessoal. Ele cortou doces e glúten de sua dieta, adotou uma rotina rígida de treinos e cuidados com a saúde, tudo em busca de evolução como atleta. Essa determinação reflete-se em seu desempenho em campo, onde ele se tornou uma peça-chave na equipe do Fluminense.
“Era o que o grupo queria”, declara Canobbio, demonstrando seu comprometimento e a união do time em busca de grandes conquistas.
O legado futebolístico de Canobbio vem de sua família. Ele é filho de Osvaldo Canobbio, um centroavante uruguaio que, apesar de não ter obtido tanto sucesso, sempre apoiou a carreira do filho, atuando como uma espécie de mentor. Osvaldo sempre faz questão de analisar os jogos do filho, contribuindo com críticas construtivas que ajudam na evolução de Canobbio.
“Conversamos sempre, antes e depois dos jogos. Ele é muito bom para ouvir as críticas”, afirma Osvaldo, orgulhoso do filho.
Além do suporte familiar, Canobbio também traz uma competitividade nata, que começou na infância e moldou sua carreira. Ele não gosta de perder, seja em jogos de videogame ou nas peladas do passado, e essa mentalidade é um reflexo da garra uruguaia que ele demonstra em campo.
Outra curiosidade sobre Canobbio é que sua ligação com o futebol começou cedo, quando teve a oportunidade de ser gandula durante os treinos do Barcelona de Guayaquil, onde seu pai era auxiliar técnico. Essa experiência inicial só reforçou seu amor pelo esporte e seu desejo de se destacar.
Com a convocação de Canobbio, o Fluminense volta a ter um representante estrangeiro na Copa do Mundo após 40 anos, dividindo este feito com Romerito, que atuou pela seleção paraguaia em 1986. A história do tricolor mostra que, apesar de já ter tido outros jogadores estrangeiros, apenas Canobbio e Romerito conseguiram brilhar em Copas do Mundo.
O Uruguai, que integra o Grupo H, tem grandes expectativas para o torneio, com a estreia contra a Arábia Saudita hoje, seguida por confrontos contra Cabo Verde e Espanha. A torcida do Fluminense e dos uruguaios estarão de olho na performance de Canobbio, que promete dar o seu melhor em busca da glória.

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