O Mundial começa em 11 de junho no lendário Estádio Azteca. Quarenta e oito seleções disputam o torneio mais amplo da história, em três países anfitriões.
Finalmente chegou a hora que todos esperavam: a Copa do Mundo de 2026 está prestes a começar, trazendo um alívio temporário às tensões políticas que marcaram os últimos meses. Com um formato inovador, a competição contará com 48 seleções, incluindo quatro estreantes, e será realizada em três países: Estados Unidos, Canadá e México.
O palco da abertura será o icônico Estádio Azteca, na Cidade do México, conhecido por ter sido o lar de momentos históricos do futebol, como a consagração de Pelé em 1970 e a reverência a Diego Maradona em 1986. No dia 11 de junho, o México enfrentará a África do Sul, relembrando o início da Copa de 2010 e prometendo agitar as arquibancadas com a famosa energia do Waka Waka.
Após a emocionante final da Copa passada, onde a Argentina venceu a França em um emocionante jogo que terminou em 3 a 3 e culminou em uma disputa de pênaltis, as expectativas são altíssimas para este novo capítulo do Mundial. O torneio se estenderá por cinco semanas, com a grande decisão marcada para 19 de julho no Metlife Stadium, em Nova Jersey.
Com a bola rolando, espera-se que os conflitos que cercaram a organização do evento se tornem apenas uma nota de rodapé. No entanto, a história recente foi marcada por tensões, incluindo a relação controversa entre o presidente da FIFA, Gianni Infantino, e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump. Na época do sorteio dos grupos, Infantino concedeu um prêmio a Trump, que havia enfrentado críticas por sua postura em relação ao Oriente Médio.
Outro assunto que gerou polêmica foi o preço dos ingressos, que pela primeira vez adota uma lógica de preços dinâmicos. Os ingressos para os jogos da fase de grupos têm um custo médio de 300 dólares, enquanto os preços para a final já superam a marca de R$ 150.000. O novo prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, expressou suas críticas em relação a essa política de preços, o que promete gerar ainda mais debate durante o Mundial.
A Copa de 2026 também será a mais inclusiva da história, com um número recorde de jogadores representando seleções diferentes de seus países de origem. A ilha de Curaçao, por exemplo, fará sua estreia com um elenco predominantemente holandês, refletindo uma nova era de diversidade no futebol. Com novas regras de arbitragem e um formato de disputa que promete mais emoção, a competição está pronta para oferecer um espetáculo único.
Os árbitros brasileiros Rafael Klaus, Ramon Abati Abel e Wilton Pereira Sampaio estarão prontos para apitar os jogos, que prometem ser repletos de surpresas e grandes histórias. Estrelas como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo podem fazer suas últimas aparições em Copas do Mundo, e a expectativa é que eles possam se enfrentar nas fases eliminatórias, criando um momento épico para os fãs do esporte.
Assim, a Copa do Mundo de 2026 se aproxima, e todos os olhos estarão voltados para os gramados, onde os jogadores certamente brilharão, transformando o torneio em um verdadeiro espetáculo de futebol.


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