Foto: Reuters — uso em caráter informativo.
A Copa do Mundo de 2026 se revelou um verdadeiro espetáculo, não apenas pelos jogos em campo, mas pela exuberância e criatividade das torcidas que têm encantado o público mundial. Com a pluralidade dos estilos e a diversidade de comemorações, os torcedores, presentes nos três países-sede – EUA, Canadá e México – trouxeram à tona uma nova forma de vibrar e apoiar suas seleções.
Entre as manifestações que mais chamaram atenção, destacam-se a “remada viking” da Noruega, o impressionante torcedor-estátua da República Democrática do Congo, e a fervorosa divisão entre os torcedores do Brasil e da Argentina em Bangladesh. Cada uma dessas manifestações possui uma característica única, mas todas compartilham a mesma energia contagiante que tem emocionado os fãs de futebol ao redor do planeta.
“Não fazia ideia de que esse cântico fosse se tornar tão grande, mas ele cresceu tanto graças aos torcedores noruegueses. Estou sem palavras e muito grato por reunir pessoas do mundo inteiro”, afirmou Ole Frøystad, criador da coreografia da remada viking.
A remada viking, que se tornou um verdadeiro símbolo da torcida norueguesa, foi criada para motivar a seleção após 28 anos de ausência em Copas do Mundo. A coreografia imita o movimento de remadores dos antigos barcos nórdicos e rapidamente conquistou o coração de torcedores em todo o mundo. Com a liderança de Haaland e a animação dos fãs, a remada viking se espalhou como um viral nas redes sociais.
Por outro lado, a figura do torcedor-estátua, Kuka Muladinga, tem se destacado por sua representação silenciosa e impactante. Vestido com um terno que homenageia Patrice Lumumba, um dos ícones da independência da RD Congo, Muladinga se tornou um símbolo de resistência e patriotismo, atraindo olhares e admiração em cada apresentação.
No entanto, a rivalidade entre Brasil e Argentina também encontrou seu espaço em Bangladesh, onde torcedores de ambas as seleções se reúnem em fervorosos encontros. Os fãs da seleção brasileira celebram e apoiam a equipe a mais de 15 mil quilômetros de distância, demonstrando a força da marca Brasil no cenário esportivo global. As festividades ocorrem principalmente na Universidade Internacional de Daffodil, em Daca, que se transformou em um ponto de encontro para os amantes do futebol durante a Copa.
Essas manifestações criativas de apoio não apenas engrandecem a experiência da Copa do Mundo, mas também mostram como o futebol pode unir culturas diferentes em torno de um mesmo objetivo: celebrar a paixão pelo esporte e suas tradições.

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