Foto: Divulgação — uso em caráter informativo.
A seleção portuguesa ficou no empate por 1 a 1 com a República Democrática do Congo em amistoso pré-Copa. O resultado expôs fragilidades da equipe de Roberto Martínez diante de rivais mais fortes.
Portugal, uma das seleções mais aguardadas da Copa do Mundo, chegou à América do Norte com grandes expectativas. No entanto, o empate por 1 a 1 com a República Democrática do Congo deixou claro que a equipe de Roberto Martínez ainda não está no mesmo patamar que potências como França e Argentina. Embora os lusos contassem com um elenco recheado de talentos, a performance em campo não conseguiu traduzir o favoritismo em resultado.
O jogo começou promissor para Portugal, que abriu o placar logo aos cinco minutos. Pedro Neto fez uma jogada pela esquerda e cruzou para João Neves, que apareceu livre para cabecear e colocar os portugueses em vantagem. No entanto, a alegria durou pouco, pois, após o gol, o time português não conseguiu manter a pressão e viu a RD Congo se organizar defensivamente.
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“Faltou senso de urgência. Com a posse de bola, não conseguimos ser incisivos”, afirmou um dos analistas esportivos após o jogo.
A equipe da RD Congo, por sua vez, demonstrou uma defesa sólida, compactando as linhas e dificultando as investidas portuguesas. A falta de criatividade e agressividade foi notável, com os lusos terminando o primeiro tempo com menos chutes a gol que os adversários: 6 a 2. A equipe africana, mesmo sem a posse, conseguiu explorar os contra-ataques e se aproximou do gol, mostrando uma postura ousada.
O empate veio em um momento crucial da partida. Após um erro de marcação na defesa portuguesa, Yoane Wissa conseguiu um cabeceio livre e deixou tudo igual. A partir desse momento, Portugal viu a necessidade de reagir. No segundo tempo, as substituições feitas por Martínez não surtiram o efeito esperado, e a equipe continuou a apresentar dificuldades em criar oportunidades claras. A RD Congo, por sua vez, quase virou o jogo, acertando uma bola na trave e mostrando-se perigosa nas transições ofensivas.
Apenas nos minutos finais, Portugal começou a demonstrar mais dinamismo, com toques rápidos e aproximações mais efetivas ao gol adversário. Cristiano Ronaldo, que estava em campo, tentou liderar a equipe, mas a eficácia ainda estava longe do ideal. O jogo terminou em 1 a 1, e a seleção portuguesa deixou o campo com uma lição importante: o favoritismo deve ser provado em campo.
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