Foto: Reuters — uso em caráter informativo.
O clima estava eletrizante e a expectativa nas alturas quando Neymar fez sua reestreia pela Seleção Brasileira na vitória convincente por 3 a 0 sobre a Escócia, na terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Após um longo período de recuperação devido a lesões, o atacante entrou em campo aos 30 minutos do segundo tempo, mostrando que sua qualidade e talento continuam intactos.
O programa Seleção Copa não hesitou em exaltar a importância de Neymar para a equipe. O apresentador André Rizek ressaltou:
Neymar é uma arma no banco que talvez nenhuma seleção tenha para mudar um jogo na Copa. Hoje nossa arma no banco é jogador de qualidade técnica, finalização de jogo, que ninguém tem.
Desde sua última participação pela seleção, em 17 de outubro de 2023, Neymar enfrentou uma dura recuperação após sofrer uma ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) e do menisco do joelho esquerdo em um jogo contra o Uruguai. No entanto, sua volta foi marcada por uma performance acima das expectativas, algo que Rizek também destacou:
Vi o Neymar emocionado e superou a minha expectativa. Para um cara que não jogava, sem pegar em bola, achei que ele teria dificuldade. Mas superou a minha expectativa.
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O ex-atacante Paulo Nunes também elogiou a atuação de Neymar, enfatizando um passe impressionante que ele deu para Vinícius Júnior, algo que pode parecer simples, mas que na verdade é complexo:
O passe que ele acha o Vini Jr., parece fácil, mas é difícil. É absurdo. A finalização, com a bola no pé presa. Para mim, foi muito boa a entrada dele.
Renato Augusto, outro ícone do futebol brasileiro, comentou sobre a recuperação de Neymar, apontando que ele ainda busca seu melhor momento, mas sem deixar de reconhecer seu talento excepcional:
Ele precisa de minutagem, você vê que ele precisa ganhar confiança. Lesão assim precisa de tempo. Mas você vê que ele é acima. Ele acha um passe, movimenta. A seleção adversária respeita.
Felipe Melo, por sua vez, trouxe uma perspectiva valiosa sobre a recuperação de Neymar, afirmando que o atacante poderia ter voltado antes, mas preferiu esperar até estar 100% recuperado. Ele destacou a competência da equipe médica e a importância de Neymar estar completamente pronto para a competição:
Se precisasse, o Neymar voltaria antes. Eu que estou falando isso, não é apuração, informação. Já tive problemas parecidos. Quando ele falou três a quatro semanas, entendi que era para estar zerado.
A volta de Neymar à Seleção Brasileira é um alívio e uma esperança para os torcedores, que agora aguardam ansiosamente os próximos desafios na competição, onde o Brasil já se destaca como um dos favoritos.

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