Foto: Globo — uso em caráter informativo.
Em uma participação especial no programa “Seleção Copa” desta quinta-feira, Éder Militão, zagueiro do Real Madrid, abordou a significativa evolução da Seleção Brasileira sob a liderança do renomado técnico Carlo Ancelotti. Apesar de estar fora da Copa do Mundo devido a uma lesão na coxa esquerda, Militão não hesitou em compartilhar suas observações sobre a equipe e a preparação para o importante duelo contra o Japão, que será disputado na próxima segunda-feira, às 14h (horário de Brasília).
Militão elogiou as táticas implementadas por Ancelotti, afirmando que o treinador tem explorado diversas formações e jogadores, buscando o encaixe perfeito que se aproxima do clássico 4-3-3. “Desde quando Ancelotti chegou, ele vem provando diversas táticas, diversos jogadores. No primeiro jogo contra Marrocos, por exemplo, ele tentou com Bruno Guimarães e Casemiro, mas a equipe ficou em desvantagem no meio-campo. Após esse jogo, conseguimos ajustar a equipe e evoluímos bastante”, disse o defensor.
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“É um cara muito sábio, consegue enxergar, escuta muito os jogadores e divide ideias. Isso é fundamental. O jogador, de dentro, consegue ver coisas que o treinador não vê normalmente”, completou Militão, ressaltando a importância da comunicação entre jogadores e comissão técnica.
O zagueiro também recordou do amistoso entre Brasil e Japão, onde a seleção nipônica conquistou uma vitória histórica por 3 a 2, e destacou o crescimento da equipe japonesa. “Acho que o Japão está vivendo um dos seus melhores anos. Eles têm mostrado um desempenho crescente ao longo dos anos e estão apresentando um futebol competitivo nesse Mundial. Precisamos ter muito cuidado, pois eles são incansáveis e têm uma obediência tática admirável”, analisou.
Na classificação do grupo C, o Brasil se destacou ao terminar na primeira posição com sete pontos, enquanto o Japão ficou em segundo no grupo F com cinco pontos. Militão acredita que, se a Seleção Brasileira conseguir impor seu ritmo, poderá superar o Japão e garantir a vitória. “Temos a capacidade de vencer, principalmente se repetirmos as atuações contra a Escócia. Acredito que o Brasil está pronto para o desafio”, finalizou.

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