Foto: Reuters — uso em caráter informativo.
A seleção de Marrocos pode não ter alcançado o sonho do título na Copa do Mundo de 2026, mas a esperança e a determinação estão mais vivas do que nunca. Após a eliminação nas quartas de final, ao perder para a França por 2 a 0, Marrocos já mira o futuro e sonha com um título inédito na Copa de 2030, quando será anfitriã do torneio.
A trajetória marroquina na Copa do Mundo foi repleta de emoção e superação. O time, que demonstrou força e habilidade, deixou claro que não tem mais vergonha de almejar grandes conquistas. O técnico Mohamed Ouahbi, em declaração antes mesmo da estreia, destacou a mudança na mentalidade da equipe:
“Na última Copa tínhamos um sonho, daqui para frente temos expectativas.”
Marrocos chegou a esta Copa do Mundo com um histórico impressionante, incluindo duas taças africanas, uma da Copa Árabe e um desempenho impecável nas Eliminatórias. A equipe estava invicta em 34 jogos, ficando atrás apenas da Espanha, que teve 35. Essa invencibilidade foi um indicativo da força crescente do futebol marroquino no cenário mundial.
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O elenco, repleto de jovens talentos, promete muito para o futuro. Jogadores como o capitão Achraf Hakimi (27 anos), Brahiem Díaz e Ounahi (26 anos), além de Ezzalzouli (25) e Saibari (24), formam a base de uma seleção que já provou que pode competir em alto nível. Além disso, o jovem Bouaddi, de apenas 18 anos, já é uma das promessas mais comentadas.
Marrocos se destacou como o melhor representante africano na Copa do Mundo, com um quarto lugar em 2022 e agora alcançando as quartas de final em 2026. Nove dos dez representantes africanos avançaram na competição, mas somente Marrocos conseguiu se estabelecer entre os oito melhores.
afirmou Ouahbi, que está no comando da seleção há apenas quatro meses.“Estamos decepcionados (pela eliminação), mas vamos manter a mentalidade vencedora. Temos uma equipe que pode realizar sonhos e ganhar troféus,”
O futuro é promissor, com Marrocos já confirmado como uma das sedes da próxima Copa do Mundo em 2030, em parceria com Argentina, Uruguai, Paraguai, Espanha e Portugal. O país deve receber 20 jogos, superando a quantidade de partidas que o México recebeu em 2026, o que reforça a importância do futebol marroquino no cenário global.
Com a cabeça erguida, a seleção marroquina se despede da Copa de 2026, mas com a certeza de que está apenas começando uma nova era.
concluiu Ouahbi, ressaltando a necessidade de autocrítica e evolução. A história de Marrocos está apenas começando, e o sonho de um título mundial pode estar mais próximo do que se imagina.“Temos que sair (da Copa) com a cabeça em pé, pois tentamos de tudo. Mas é claro que precisamos fazer um balanço para podermos crescer,”

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