Foto: Agência Brasil/EBC — uso em caráter informativo.
Nomeado nesta quinta (23), Léo Figueiró, 51, assume após saída de Pokey Chatman. Ele, que foi destaque em Botafogo e Vasco, estreia à frente da seleção a poucos dias do Sul-Americano, em 3 de agosto, na Argentina.
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou a mudança no comando da seleção feminina nesta quinta-feira (23). Léo Figueiró, que atuava como assistente técnico, assume o cargo após a saída da norte-americana Pokey Chatman, que ficou à frente da equipe por mais de um ano e meio. A troca acontece em um momento crucial, a apenas dias do Campeonato Sul-Americano, que terá início no dia 3 de agosto, em Zárate, na Argentina.
Léo Figueiró, de 51 anos, traz uma bagagem significativa para a nova função. Ele se destacou como treinador nos clubes Botafogo e Vasco, conquistando a Liga Sul-Americana em 2019 e levando o Cruzmaltino a importantes competições do Novo Basquete Brasil (NBB), como a Copa Super 8 nas temporadas 2023/24 e 2024/25. Além disso, Figueiró foi medalha de prata como assistente técnico da seleção feminina na Fiba AmeriCupW do ano passado.
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Em suas palavras, Figueiró expressou entusiasmo e responsabilidade ao assumir a seleção.
“Assumir a seleção brasileira feminina é uma grande honra e uma responsabilidade que recebo com muita humildade. Venho acompanhando de perto o desenvolvimento do basquete brasileiro, especialmente através do trabalho que realizamos nas categorias de base. Conheço nossas atletas, nossa realidade e os desafios que temos pela frente. Agora, poder dar continuidade a esse trabalho na equipe principal é uma oportunidade que me deixa muito motivado”, disse.
O novo treinador terá como primeiro desafio o Campeonato Sul-Americano, onde o Brasil está no Grupo B, ao lado de Venezuela e Chile. A competição é crucial, pois classifica as seleções para a AmeriCupW de 2027, em El Salvador. A fase inicial do torneio consiste em confrontos diretos entre as equipes do mesmo grupo, e o líder avança direto para as semifinais, enquanto os demais terão a chance de disputar playoffs para a classificação.
Além da expectativa pela estreia de Figueiró, a mudança de comando levanta questões sobre o futuro do basquete feminino no Brasil, que busca se reerguer no cenário internacional. As próximas semanas serão decisivas para o desempenho da equipe e para a consolidação do trabalho que Figueiró pretende desenvolver à frente da seleção.
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