Foto: Globo — uso em caráter informativo.
Vai ao ar sábado, às 14h35 (horário de Brasília), na NSC TV, com Marcos Cassettari. Nicoly Machado encara combate medieval e o músico Moriel Costa testa o wingfoil, revelando modalidades pouco exibidas na região.
Endorfina NSC estreia neste sábado, às 14h35 (de Brasília), na NSC TV. O novo programa, apresentado por Marcos Cassettari, terá na primeira edição dois desafios de alto impacto: a atleta Nicoly Machado experimentará a luta medieval e o músico Moriel Costa testará o wing foil. A proposta da atração é revelar modalidades esportivas fora dos holofotes tradicionais e levar ao público imagens e histórias de práticas pouco exploradas pela televisão regional.
Detalhes da estreia
A estreia marcada para este sábado coloca frente a frente referências de cenários distintos. Marcos Cassettari assume a apresentação do programa que, na primeira edição, reúne a presença de Nicoly Machado, reconhecida no skate, e de Moriel Costa, ligado à música e ao humor. O programa vai focar em desafios práticos: Nicoly trocará as pistas pela luta medieval e Moriel vai encarar as sensações do wing foil.
O horário de exibição, às 14h35, indica a aposta da emissora em um produto de fim de semana voltado a público amplo, com potencial de dialogar tanto com aficionados por esportes radicais quanto com espectadores interessados em novidades na cena esportiva regional.
Os convidados e as modalidades
Nicoly Machado figura na reportagem como a primeira brasileira a conquistar o título mundial da categoria bowl no World Skate Games em Roma. A trajetória competitivo-internacional é um dos elementos que justificam o convite para que ela aceite o desafio de se envolver com a luta medieval, modalidade que simula combates do período feudal com armaduras, escudos e espadas. As peças utilizadas podem ultrapassar 20 quilos, o que transforma o embate em um teste intenso de resistência e técnica.
No episódio, também aparece Moriel Costa, músico e humorista que integra a formação original da banda Dazaranha e é criador do personagem Mané Darci. Para o programa, ele colocará seu espírito aventureiro à prova praticando wing foil, esporte aquático que mistura conceitos de windsurf e kitesurf: usa-se uma asa inflável nas mãos e uma prancha equipada com hidrofoil, cuja estrutura submersa eleva a prancha conforme o ganho de velocidade, proporcionando a sensação de “voar sobre a água” sem depender de ondas.
Além dos desafios em si, a reportagem destaca que Nicoly conquistou grande projeção nas redes sociais ao transformar suas descidas e manobras pelas ruas de Florianópolis em conteúdos de grande alcance, o que ajuda a entender a convergência entre esporte competitivo e produção de conteúdo digital no perfil da atleta.
Contexto: visão do cenário regional e do interesse pelas modalidades
Em Santa Catarina, modalidades alternativas como a luta medieval e esportes de prancha com foil já encontram praticantes e coletivos que organizam treinos e eventos. A presença desses esportes em um programa regional aponta para uma tendência de ampliar a vitrine das práticas esportivas locais, valorizando não só performance competitiva, mas também aspectos culturais, de entretenimento e de formação de público.
A luta medieval, embora remeta historicamente a combates feudalistas, foi readaptada como prática esportiva com regras e equipamentos que garantem disputa e segurança relativas, exigindo preparo físico específico para suportar o peso das armaduras e a intensidade dos embates. No caso do wing foil, a tecnologia do hidrofoil e a versatilidade da asa portáteis ampliam o acesso à modalidade em condições de vento favoráveis, sem a dependência exclusiva de ondas oceânicas.
Para a televisão regional, programas como Endorfina NSC funcionam também como laboratório de narrativa: ao combinar perfis distintos — uma atleta de alto desempenho e um artista conhecido do público — a atração busca conectar segmentos diferentes de audiência, do fã de esportes radicais ao expectador casual interessado em personalidades locais e em experiências de aventura.
Do ponto de vista da divulgação, a exposição em mídia televisiva pode impulsionar a formação de novos praticantes e atrair patrocinadores e apoiadores locais, sobretudo em um estado onde atividades ao ar livre e esportes náuticos já fazem parte do cotidiano e do turismo esportivo.
Fecho: o que vem a seguir
A estreia de Endorfina NSC neste sábado será o primeiro passo de um projeto que se apresenta com a intenção de ampliar a visibilidade de modalidades fora do mainstream. Cabe ao público e ao mercado regional avaliar se a mistura de adrenalina, curiosidade e perfis conhecidos nas telas conseguirá manter audiência e gerar continuidade editorial para episódios futuros.
Após a exibição desta primeira edição, o próximo passo será observar a recepção do público nas redes e na grade da emissora, além da capacidade do programa de manter equilíbrio entre espetáculo e conteúdo esportivo relevante. A partir daí, a atração poderá consolidar-se como espaço para outras modalidades e atletas que buscam maior espaço na mídia regional.

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