Foto: Getty Images — uso em caráter informativo.
A final entre Espanha e Argentina, marcada para este domingo, às 16h (de Brasília), promete ser um espetáculo histórico, encerrando a Copa do Mundo de 2026. Nesta ocasião grandiosa, vamos explorar sete curiosidades fascinantes sobre as finais anteriores do torneio, que não só destacam a importância do evento, mas também revelam momentos marcantes que moldaram a trajetória da competição.
1. O Gol Relâmpago
O recorde do gol mais rápido em uma final pertence ao icônico Johan Neeskens. Na decisão da Copa de 1974, ele balançou as redes de pênalti logo após 88 segundos de jogo, em um lance que começou com uma série de passes da Holanda, culminando em uma falta dentro da área causada pela explosiva arrancada de Johan Cruyff.
2. Viradas que Marcam
Sete seleções conseguiram conquistar o título após saírem atrás no placar em finais de Copa do Mundo. Entre essas equipes estão Uruguai (1930), Itália (1934), Alemanha Ocidental (1954), Brasil (1958 e 1962) e Inglaterra (1966). A última, a Alemanha Ocidental, fez história ao virar o jogo contra a Holanda em 1974.
3. Mbappé, o Artilheiro
Com quatro gols, Kylian Mbappé é o maior artilheiro das finais. Ele fez história ao marcar um gol na decisão de 2018 e impressionou ao anotar três gols na final de 2022, sendo o último deles aos 118 minutos, um recorde de gol mais tardio já registrado em uma final. A Argentina sagrou-se campeã após vencer nos pênaltis.
4. Messi e Cafu
Cafu é o único jogador a ter participado de três finais de Copa do Mundo, tendo sido campeão em 1994 e 2002, e vice em 1998. Neste domingo, Lionel Messi igualará esse feito ao disputar sua terceira final, após ser vice em 2014 e campeão em 2022.
5. Goleadores de Duas Finais
Apenas cinco jogadores conseguiram marcar em duas finais distintas: Vavá, Pelé, Paul Breitner, Zinedine Zidane e Kylian Mbappé, todos reconhecidos como grandes protagonistas da história da Copa do Mundo.
6. Monti, o Único
Um caso único na história das Copas é o de Luis Monti. Nascido na Argentina, ele jogou a final de 1930 pela seleção argentina e, quatro anos depois, disputou a decisão pela Itália, um feito que nenhum outro jogador repetiu.
7. O Primeiro ‘Clean Sheet’
Incrivelmente, foram necessárias 27 finais até que uma seleção conseguisse terminar uma decisão sem sofrer gols. Esse feito só ocorreu em 1990, quando a Alemanha Ocidental venceu a Argentina por 1 a 0, com o goleiro Bodo Illgner, então com apenas 23 anos, garantindo o primeiro ‘clean sheet’ da história das finais.

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