Foto: Agência Brasil/EBC — uso em caráter informativo.
Após dias intensos de futebol, as redes nos estádios da Copa do Mundo não balançarão hoje, dia 8 de julho. Com o término das oitavas de final, as seleções que seguem na disputa só entrarão em campo nas quartas de final a partir de amanhã, dia 9. Mas a história desta Copa já está repleta de grandes lances, eliminações inesperadas e polêmicas que marcaram a competição.
Grandes seleções como Brasil, Alemanha e Holanda já estão fora da disputa, assistindo ao restante do torneio pela televisão. Desde o título conquistado em 2014, a Alemanha não consegue avançar além das oitavas de final, tendo sido eliminada nas fases de grupos em 2018 e 2022, e, neste ano, caiu diante do Paraguai na fase de 16 avos de final.
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A Holanda, por sua vez, teve um destino dramático ao ser derrotada nos pênaltis por Marrocos, em uma partida eletrizante que terminou em emoções à flor da pele. O goleiro Bono se destacou como o herói marroquino mais uma vez, repetindo o feito da Copa do Catar, onde também brilhou ao parar um pênalti da Espanha nas oitavas de final.
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E o Brasil? Ou melhor, a ausência do Brasil já é um capítulo à parte. Com um futebol que não apresentou um padrão convincente, a seleção apostou no talento individual de Vinícius Jr., mas isso não foi o suficiente para avançar. O time comandado por Carlo Ancelotti perdeu para uma Noruega que, apesar de não ser mais talentosa individualmente, se mostrou mais organizada e teve em Haaland o seu grande destaque, marcando dois gols e garantindo a classificação.
Cabo Verde, por outro lado, tem sido a sensação do torneio. Na fase de 16 avos de final, a Argentina venceu Cabo Verde, mas não sem emoção. Os caboverdianos levaram a partida para a prorrogação, e o goleiro Vozinha, com 40 anos, se tornou uma celebridade nas redes sociais. Embora Cabo Verde tenha sido eliminado, sua atuação contra gigantes como Espanha e Uruguai deixou uma marca.
No cenário político, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, chamou a atenção ao se envolver na partida entre Estados Unidos e Bósnia. Após a expulsão do atacante Balogun, Trump conversou com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, pedindo a revisão da decisão. Infantino confirmou a conversa, mas enfatizou que o Comitê Disciplinar da Fifa é autônomo e independente.
Na sequência, os Estados Unidos enfrentaram a Bélgica, onde sofreram uma derrota esmagadora de 4 a 1, com os belgas provocando Trump ao imitar uma de suas danças na comemoração do último gol.
Por fim, a França se destacou como a seleção que mais demonstrou favoritismo até agora. Com um futebol arrojado e convincente, os atuais vice-campeões não deram chances aos seus adversários. Após derrotar Senegal, Iraque, Noruega e Suécia, na fase de 16 avos de final, venceram o Paraguai por 1 a 0, em um jogo muito físico, com características de uma partida da Copa Libertadores.
Com um elenco repleto de estrelas, a França tem mostrado um futebol superior até o momento, deixando seus torcedores esperançosos. O zagueiro Upamecano garante segurança na defesa, enquanto os meias Rabiot, Dembélé e Olise controlam o jogo. O atacante Mbappé, por sua vez, é o maestro de uma equipe afinada, fazendo com que os torcedores sintam que o gol francês pode acontecer a qualquer momento.
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