Foto: Agência Brasil/EBC — uso em caráter informativo.
A contagem regressiva para a tão aguardada Copa do Mundo Feminina começou em grande estilo em Brasília! A capital federal deu início a uma série de atividades que marcam um ano até o início da competição, que promete ser a maior da história do futebol feminino. Neste dia 24 de junho de 2026, mais de 700 estudantes dos centros olímpicos do Distrito Federal se reuniram em eventos que aconteceram em locais icônicos, como o Estádio Nacional de Brasília, o Parque da Cidade e a Rodoviária do Plano Piloto.
Atendendo à determinação da Federação Internacional de Futebol (FIFA), todas as cidades-sede realizaram eventos simultâneos para celebrar este marco importante. Em Brasília, a programação foi repleta de atividades que visam incentivar a prática do esporte e mobilizar a população, especialmente crianças e jovens. A coordenadora do comitê executivo criado pelo governo do Distrito Federal para a Copa de 2027, Laís Barufí, destacou a importância dessas iniciativas. “Buscamos aproximar a população, especialmente crianças e jovens, do futebol feminino”, afirmou.
No Estádio Nacional, também conhecido como Estádio Mané Garrincha, os jovens participantes puderam conhecer a arena e sentir a emoção de estar em um dos principais palcos do futebol mundial. No Parque da Cidade, as atividades incluíram pinturas com a temática da Copa, promovendo uma expressão artística coletiva e celebrando a paixão pelo torneio. Além disso, a Rodoviária do Plano Piloto foi palco de ações interativas, como atividades de “golzinho”, que simbolizaram a contagem regressiva para o Mundial.
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A ex-jogadora da seleção brasileira feminina, Michael Jackson, que hoje integra a equipe da secretaria extraordinária criada pelo Ministério do Esporte para a Copa feminina, também participou das atividades. Ela ressaltou que a Copa não é apenas uma competição esportiva, mas uma oportunidade de gerar impactos sociais duradouros. “Nosso desafio é entregar a maior Copa da história do futebol feminino, deixando um legado que ajude no desenvolvimento da modalidade”, comentou.
Michael Jackson lembrou das dificuldades enfrentadas pelo futebol feminino no Brasil ao longo das décadas e destacou as mudanças significativas que ocorreram recentemente. “Hoje as meninas jogam livremente, em espaços que respeitam a prática do esporte”, pontuou. Ela ainda enfatizou a importância das políticas públicas nesse avanço, ressaltando como o futebol feminino pode contribuir para a formação de cidadãos.
Entre os estudantes presentes, Maria Eduarda, de 11 anos, ficou encantada ao visitar o Mané Garrincha, revelando seu amor pelo futebol desde os cinco anos. “Deu vontade de jogar naquele gramado”, disse a jovem, que se dedica a melhorar seu desempenho. Outro aluno, Pedro Lucas, de 13 anos, elogiou a qualidade técnica das meninas, afirmando que “elas jogam tão bem ou até melhores do que a gente”. Essas vozes jovens mostram um futuro promissor para o futebol feminino, o que deixa todos ansiosos para a Copa do Mundo.
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