Foto: Globo — uso em caráter informativo.
A seleção masculina somou 310.500 pontos e superou Colômbia (305.600) e Argentina (304.400) em Santa Fé. A preparação contou com o trabalho do ex-ginasta olímpico Chico Barreto.
O Brasil confirmou sua hegemonia por equipes na ginástica artística masculina ao conquistar o tricampeonato consecutivo nos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé, na Argentina, no domingo (13/09/2026). A seleção brasileira somou 310.500 pontos e superou a Colômbia, que marcou 305.600, e a Argentina, terceira colocada com 304.400.
A preparação da equipe incluindo trabalho com o ex-ginasta olímpico Chico Barreto foi parte do caminho até o título. A conquista por equipes reafirmou a consistência do time brasileiro na competição sul-americana e destacou o desempenho coletivo dos atletas escalados para a disputa.
Desempenho individual e resultados por equipes
A formação vencedora foi composta por Diogo Soares, Patrick Sampaio, Johnny Oshiro, Bernardo Actos e Yuri Guimarães. No somatório das rotinas, o Brasil alcançou 310.500 pontos, enquanto a Colômbia terminou com 305.600 e a Argentina com 304.400.
No individual geral, o Brasil colocou dois representantes no pódio: Diogo Soares recebeu a medalha de prata com 78.600 pontos, e Patrick Sampaio ficou com o bronze, com 78.050 pontos. O ouro no individual geral foi conquistado pelo colombiano Thomas Mejia, que somou 78.750 pontos.
Finais por aparelhos
Além do título coletivo e das medalhas no individual geral, o Brasil garantiu presença nas finais de seis aparelhos, sinalizando potencial para ampliar a medalhística na sequência da competição. Os avanços às finais ocorreram nas seguintes disputas, com os atletas brasileiros entre os melhores classificados.
Classificação para as finais
- Solo: Bernardo Actos – 12.800 (4º)
- Cavalo: Diogo Soares – 13.600 (1º); Johnny Oshiro – 13.500 (2º)
- Argolas: Johnny Oshiro – 13.050 (4º); Patrick Sampaio – 12.850 (7º)
- Salto: Yuri Guimarães – 13.500 (1º)
- Paralelas: Patrick Sampaio – 13.000 (5º); Diogo Soares – 12.800 (7º)
- Barra fixa: Diogo Soares – 13.850 (1º); Patrick Sampaio – 13.600 (2º)
Essas colocações colocam atletas brasileiros em posições de protagonismo nas finais, com destaque para as primeiras posições de classificação no cavalo (Diogo Soares), no salto (Yuri Guimarães) e na barra fixa (Diogo Soares).
Contexto e o que está em jogo
O tricampeonato consecutivo por equipes confirma uma sequência de sucesso do Brasil na ginástica artística masculina no cenário sul-americano. Manter o domínio por três edições seguidas reforça a força do trabalho em equipe, da formação técnica e da profundidade do elenco nacional. Para além do título por equipes, o país aposta agora nas finais por aparelhos para ampliar a coleção de medalhas individuais.
As colocações de Diogo Soares e Patrick Sampaio no individual geral demonstram que o Brasil não só soma pontos por equipes, mas também tem atletas capazes de brigar por pódios individuais. A presença em seis finais garante múltiplas oportunidades nos próximos dias de competição: o desempenho nessas decisões vai definir quantas e quais medalhas individuais serão acrescentadas ao quadro nacional.
Do ponto de vista do torneio, as finais por aparelhos representam uma etapa decisiva para consolidar a performance brasileira. A classificação como líderes em aparelhos como cavalo e barra fixa coloca os nomes do país entre os principais favoritos nessas provas, enquanto as demais finais aparecem como chance de confirmar a competitividade do grupo frente a rivais como Colômbia e Argentina.
Próximos passos
O foco da delegação brasileira agora se volta para as finais por aparelhos, nas quais os atletas mencionados disputarão medalhas nas sessões seguintes da ginástica artística. A expectativa é de que a equipe mantenha a mesma coesão que garantiu o título por equipes para tentar transformar as colocações em pódios individuais e, assim, prolongar o sucesso nos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé.
Em suma, o dia 13/09/2026 ficará marcado pelo tricampeonato consecutivo por equipes do Brasil na ginástica artística masculina e pela expectativa de resultados expressivos nas finais por aparelhos, que irão definir o saldo final de medalhas do país na modalidade.

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