Foto: Globo — uso em caráter informativo.
Os sorocabanos Alexandre Doná (Casão) e Rodrigo Buzin jogaram pela Itália na prova 12 toques. A seleção terminou em segundo lugar após perder a final por equipes por 4 a 0 para o Brasil.
Dois jogadores do São Bento conquistaram o vice‑campeonato mundial de futebol de mesa na disputa por equipes realizada em Budapeste. Os sorocabanos Alexandre Doná, conhecido como Casão, e Rodrigo Buzin integraram a seleção italiana na modalidade 12 toques, que terminou na segunda posição após perder por 4 a 0 para o Brasil na final por equipes.
Detalhes do torneio
- Local: Budapeste, Hungria
- Datas: entre os dias 8 e 11 de outubro
- Modalidade: 12 toques (por equipes e individual)
- Final por equipes: Itália 0 x 4 Brasil
- Competidores individuais: 60 atletas na disputa
- Colocações individuais dos representantes do São Bento: Casão 13º, Rodrigo Buzin 20º
- Outro representante citado: Valdemar Lui (Ituano) entre os 16 melhores na disputa individual
Na fase de grupos, a Itália terminou na segunda colocação de sua chave e avançou às fases finais. Em confronto de semifinal equilibrado, a equipe italiana superou a Hungria, país anfitrião do torneio, e garantiu a vaga na decisão, onde reencontrou a seleção brasileira, que havia chegado invicta à disputa pelo ouro.
Como foi a participação dos jogadores do São Bento
Os dois botonistas sorocabanos participaram tanto das disputas por equipes quanto das provas individuais. A dupla cidadania dos atletas permitiu que defendessem a seleção italiana na competição por equipes; no jogo decisivo pelo título, o time italiano foi derrotado pelo Brasil por 4 a 0, resultado que confirmou a prata para os representantes do São Bento.
Individualmente, a competição reuniu 60 atletas. Nessa classificação individual, Casão acabou em 13º lugar e Buzin em 20º. Além deles, a seleção italiana contou com Valdemar Lui, do Ituano Futebol de Mesa, que ficou entre os 16 melhores colocados na disputa individual.
Contexto e significado para o clube
O vice‑campeonato mundial por equipes soma um resultado internacional relevante ao currículo dos representantes do São Bento e dá visibilidade à prática do futebol de mesa em Sorocaba. A presença de jogadores do mesmo clube em uma final mundial, defendendo outra seleção devido à dupla cidadania, destaca peculiaridades da modalidade e a mobilidade de atletas entre seleções quando há esse vínculo.
Do ponto de vista esportivo, a participação em Budapeste serviu para medir o nível competitivo dos botonistas brasileiros e estrangeiros na modalidade 12 toques, além de oferecer experiência em confrontos de alto nível, como a semifinal contra os anfitriões e a final diante de uma seleção que vinha invicta.
Embora o torneio mundial tenha sido o foco imediato, o desfecho em Budapeste já projeta desdobramentos para o calendário nacional. Os atletas do São Bento, que competiram no exterior, retornam a um circuito doméstico onde há disputas por ranking e vagas em competições maiores.
O que está em jogo e os próximos compromissos
Após a participação no Mundial, Casão e Buzin voltam as atenções às competições estaduais. Os atletas buscam melhorar suas posições no ranking paulista e garantir uma vaga no Campeonato Brasileiro de 2027, previsto para acontecer no Rio de Janeiro. A melhora no ranking estadual e nacional será decisiva para definir convocações, seedings em torneios e a condição de classificados para provas como o Brasileiro.
Para o São Bento, acompanhar a evolução dos dois representantes no cenário paulista e nacional será o próximo passo imediato: além de administrar a preparação técnica, será importante acompanhar o calendário estadual para tentar converter a experiência internacional em resultados que qualifiquem os jogadores para o principal torneio nacional do próximo ano.
Em síntese, a prata por equipes em Budapeste representa um resultado de prestígio para os botonistas do São Bento e aponta para uma sequência de trabalho que inclui a busca por melhores posições no ranking paulista e a tentativa de garantir presença no Campeonato Brasileiro de 2027 no Rio de Janeiro. O desdobramento natural será observar como essa experiência internacional influenciará o desempenho dos atletas nas competições domésticas nos meses seguintes.

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