Foto: Globo — uso em caráter informativo.
Nos Jogos Sul-Americanos Santa Fé 2026, no Lago Sur (Argentina), Ana Marcela Cunha e Matheus Melecchi venceram os 10 km. Viviane Jungblut foi prata e a seleção brasileira assegurou três vagas para Lima-2027.
O Brasil começou os Jogos Sul-Americanos Santa Fé 2026 com vitórias nas disputas de águas abertas: Ana Marcela Cunha e Matheus Melecchi conquistaram o ouro nos 10 km, e a delegação brasileira assegurou três vagas para os Jogos Pan-americanos Lima 2027.
Desenvolvimento da prova
As provas de 10 km aconteceram no Lago Sur de Santa Fé, na Argentina, e trouxeram resultados expressivos para o país nas duas categorias. No feminino, a corrida terminou com uma dobradinha brasileira: Ana Marcela Cunha ficou com o lugar mais alto do pódio e Viviane Jungblut levou a prata. Romina Imwinkelried fechou o pódio com a medalha de bronze. Com esse resultado, o Brasil confirmou duas vagas para Lima 2027 na prova feminina de águas abertas.
Segundo a descrição da prova feminina, a campeã olímpica aguardou que as adversárias entrassem na água para então iniciar seu percurso. Durante a primeira metade da disputa, Candela Giordanino e Romina Imwinkelried lideraram o pelotão enquanto Ana Marcela e Viviane permaneceram na cola das argentinas. Na quinta volta, as duas brasileiras assumiram as primeiras posições e mantiveram-se assim até o fim, consolidando a dobradinha no pódio.
No masculino, a primeira medalha de ouro do evento foi conquistada por Matheus Melecchi. O brasileiro assumiu a liderança já na segunda volta e permaneceu na posição até a linha de chegada, concluindo o percurso no tempo de 1h47min53s5. A prova também resultou na classificação de vagas para Lima 2027: Brasil e Equador asseguraram vagas nesta disputa.
O texto original aponta que o equatoriano David Farinango ficou com o bronze, enquanto Victor Moreno também terminou com o bronze na mesma prova masculina. A nota registra a confirmação das vagas para Lima 2027 por parte do Brasil e do Equador, conforme o desfecho da competição.
— Estou muito feliz. Foi muito bom, foi uma prova muito dura, estava gelado fora, estava frio dentro. Então, era uma prova não só de muito treino, mas também de muita cabeça, que também é treino. (…) Minha mãe, minha avó e minha tia vieram e eu fui da prova correndo pra abraçar elas que nem um louco. Eu estou muito feliz — disse Matheus.
Dados e nomes registrados
Resumo dos resultados mencionados na cobertura:
Local: Lago Sur de Santa Fé, Argentina.
Provas: 10 km de águas abertas (feminino e masculino).
Feminino: Ouro — Ana Marcela Cunha; Prata — Viviane Jungblut; Bronze — Romina Imwinkelried. Com a dobradinha, o Brasil garantiu duas vagas para Lima 2027 na prova feminina.
Masculino: Ouro — Matheus Melecchi (tempo: 1h47min53s5); o texto indica que o equatoriano David Farinango ficou com o bronze, enquanto Victor Moreno também terminou com o bronze. Brasil e Equador asseguraram vagas para Lima 2027 nesta prova.
Idade citada: Matheus Melecchi, 20 anos.
Contexto e o que está em jogo
Os resultados em Santa Fé têm impacto direto no ciclo olímpico e pan-americano: além das medalhas no pódio, as posições alcançadas nas provas de águas abertas serviram como critério de classificação para os Jogos Pan-americanos Lima 2027. A confirmação de três vagas pelo Brasil — duas no feminino e uma no masculino, conforme os desdobramentos das provas — significa que a delegação terá representantes assegurados nas disputas de maratona aquática do próximo ciclo pan-americano.
Para os atletas, esse tipo de resultado representa não só a obtenção de medalhas em um evento continental, mas também a oportunidade de manter ritmo competitivo e garantir presença em competições que valem pontos, experiência internacional e preparo rumo a eventos maiores no calendário, como os Pan-americanos e, eventualmente, os Jogos Olímpicos. Os 10 km em águas abertas exigem resistência, estratégia de prova e adaptação a condições ambientais, fatores destacados nas descrições das disputas em Santa Fé.
No plano nacional, as vagas garantidas passam a integrar o planejamento das equipes técnica e de seleção, que deverão organizar calendário de treinos, competições de avaliação e logística para compor as delegações que vão disputar Lima 2027. Para os atletas medalhistas, os resultados em Santa Fé reforçam status competitivo e geram expectativa sobre quem serão os representantes definitivos nas provas futuras, seguindo os critérios que cada confederação e comitê definirem.
Fecho: o próximo passo
Com as medalhas e as vagas asseguradas, o foco natural será a preparação para os próximos compromissos do ciclo pan-americano e as seletivas internas que cada entidade definir. As conquistas em Santa Fé marcam o início de um período em que desempenho e definição de elenco deverão caminhar lado a lado: atletas e comissões técnicas irão trabalhar para consolidar condições físicas e táticas, com o objetivo de transformar as vagas conquistadas em presença competitiva e, quando possível, em novos pódios nas competições seguintes.
A trajetória dos medalhistas e da equipe brasileira nas águas abertas continuará a ser acompanhada à medida que forem divulgadas as próximas competições, seleções e listas oficiais de inscritos rumo a Lima 2027.

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