Foto: Divulgação — uso em caráter informativo.
Pesquisa de veículo francês apontou o time formado por jogadores que atuaram ao lado de Lionel Messi pela Argentina. A lista traz o capitão entre os escolhidos e reúne atletas de diferentes gerações.
Uma votação popular promovida por um veículo francês definiu uma escalação ideal composta pelos jogadores que atuaram ao lado de Lionel Messi pela seleção argentina. A lista eleita pelos participantes traz o capitão entre os escolhidos e reúne atletas de diferentes gerações que dividiram o campo com ele ao longo de sua carreira internacional.
Desenvolvimento
Na apuração divulgada, ficou clara a preferência do público por nomes que foram presença recorrente na trajetória de Messi com a Albiceleste. Entre os dados confirmados pela publicação que realizou a consulta estão a própria escalação escolhida pelos votantes e menções aos momentos finais da carreira do camisa 10 na seleção: a despedida aconteceu no Monumental de Núñez, em um jogo contra o Benin, quando Messi marcou, de pênalti, o seu 126º e último gol pela Argentina.
O levantamento destacou especialmente o setor ofensivo da equipe ideal: Ángel Di María assegurou lugar de destaque com ampla votação, reforçando a longevidade e a sintonia construída com Messi ao longo dos anos. Por outro lado, Rodrigo De Paul — meio-campista titular com frequência nas campanhas recentes — não figurou entre os mais votados para compor o setor no time eleito pelo público.
Escalação eleita pelo público
- Dibu
- Zanetti
- Otamendi
- Samuel
- Heinze
- Riquelme
- Mascherano
- Veron
- Messi
- Di Maria
- Agüero
A composição reúne jogadores de linhas distintas, incluindo nomes que representam tanto a fase mais recente da seleção quanto ídolos de gerações anteriores. A presença de atletas como Riquelme e Verón aponta para a valorização pelo público de contribuições históricas, enquanto figuras como Otamendi e Mascherano remontam a ciclos competitivos que se estenderam por boa parte da trajetória de Messi na seleção.
Contexto ampliado
Embora a votação tenha privilegiado a memória afetiva dos torcedores, ela também revela a diversidade de companheiros com quem Messi construiu sua carreira internacional ao longo de aproximadamente duas décadas. A escolha de jogadores de diferentes épocas confirma que a imagem do camisa 10 foi construída em ambientes e esquemas variados, com parcerias que foram desde a juventude até os momentos finais de sua trajetória pela seleção.
Do ponto de vista esportivo, a montagem de um “time ideal” por votação pública funciona mais como um retrato sentimental do que como um levantamento técnico definitivo: o público tende a valorizar atuações emblemáticas e laços de identificação. No caso específico do futebol argentino, a coexistência de gerações — veteranos que marcaram época e nomes que atuaram ao lado de Messi nos anos recentes — favorece composições mistas, como a que emergiu da consulta.
É importante ressaltar que o levantamento não detalhou critérios técnicos adotados pelos votantes nem ofereceu posicionamentos formais de entidades esportivas sobre a seleção pós-Messi. Também não há indicação, na divulgação do resultado, de próximos compromissos oficiais ou amistosos que utilizem essa formação em campo; o exercício tem caráter claramente honorífico e comemorativo em relação à carreira do atacante.
Para o público argentino e fãs da região sul-americana, o episódio reforça o papel simbólico de Messi dentro da história da seleção: além dos números — como os 126 gols citados na apuração — estão as lembranças de jogos decisivos, assistências, parcerias e momentos de grande visibilidade que marcaram conquistas e superações ao longo dos anos.
Fecho — o próximo passo da história
O resultado da votação deve seguir como ponto de debate entre torcedores, comentaristas e clubes que acompanham a trajetória da seleção argentina. A montagem do elenco ideal por parte do público costuma alimentar listas, programas e discussões sobre legado, futuras formações e o lugar de cada ídolo na memória coletiva.
Nos próximos dias, é provável que a escolha inspirará novos levantamentos, comparações entre gerações e análises táticas sobre como seria organizar um time competitivo com os nomes apontados pelos torcedores. Enquanto isso, permanece a marca registrada na divulgação: a despedida de Messi, no Monumental de Núñez contra o Benin, e o registro oficial de seu 126º gol pela seleção, convertido de pênalti, como marco final em sua estatística internacional.






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