Foto: Divulgação — uso em caráter informativo.
Carlo Ancelotti lidera a lista dos técnicos de seleções nacionais mais bem remunerados do planeta. Com contrato válido até a Copa do Mundo de 2030, o treinador da Seleção Brasileira recebe 10 milhões de euros por ano (aproximadamente R$ 59 milhões anuais), segundo levantamento que detalha os 12 comandantes com as maiores remunerações.
Detalhes da lista e posições
O levantamento aponta que, abaixo de Ancelotti, aparece Jürgen Klopp, treinador da Alemanha, com vencimentos anuais de 7 milhões de euros (cerca de R$ 41,3 milhões). Na sequência vem Mauricio Pochettino, técnico dos Estados Unidos, que ocupa a terceira posição com 6,8 milhões de euros por ano (em torno de R$ 40,1 milhões).
O ranking completo reúne doze nomes, com valores convertidos para reais nas estimativas apresentadas. A lista segue abaixo, organizada pelas colocações e com os valores anuais destacados:
- 1. Carlo Ancelotti — Brasil — 10 milhões de euros (cerca de R$ 59 milhões)
- 2. Jürgen Klopp — Alemanha — 7 milhões de euros (cerca de R$ 41,3 milhões)
- 3. Mauricio Pochettino — Estados Unidos — 6,8 milhões de euros (cerca de R$ 40,1 milhões)
- 4. Thomas Tuchel — Inglaterra — 6 milhões de euros (cerca de R$ 35,4 milhões)
- 5. Luís de la Fuente — Espanha — 5 milhões de euros (cerca de R$ 29,5 milhões)
- 6. Jorge Jesus — Portugal — 4 milhões de euros (cerca de R$ 23,6 milhões)
- 7. Zinedine Zidane — França — 3,6 milhões de euros (cerca de R$ 21,2 milhões)
- 8. Xavi — Holanda — 3 milhões de euros (cerca de R$ 17,7 milhões)
- 9. Lionel Scaloni — Argentina — 2,3 milhões de euros (cerca de R$ 13,5 milhões)
- 10. Ralf Rangnick — Áustria — 2 milhões de euros (cerca de R$ 11,8 milhões)
- 11. Ivan Jovanović — Grécia — 900 mil euros (cerca de R$ 5,3 milhões)
- 12. Veljko Paunović — Sérvia — 650 mil euros (cerca de R$ 3,8 milhões)
Dados recentes e desdobramentos imediatos
O levantamento também registra desdobramentos recentes do trabalho desses treinadores. Por exemplo, Jürgen Klopp registrou sua primeira vitória à frente da Alemanha ao superar a Sérvia por 2 a 0 na Liga das Nações, em partida realizada na última quinta-feira, dia 1. Esse resultado marca um início prático do ciclo de Klopp à frente da seleção alemã, associado à remuneração destacada no ranking.
No caso do Brasil, o contrato de Ancelotti estende-se até 2030, o que o coloca no centro de um projeto de longo prazo na Seleção. O montante anual de 10 milhões de euros o coloca com folga à frente em termos salariais, e a permanência contratual amplia expectativas sobre como o trabalho será desenvolvido nas próximas janelas internacionais e competições importantes até a próxima Copa do Mundo prevista para 2030.
Contexto técnico e desafios para as seleções
Além dos números puros, o contexto esportivo contribui para avaliar o peso dessas contratações. A Seleção Brasileira, por exemplo, vem apresentando oscilações em partidas recentes contra a Austrália, em confrontos que abriram a primeira data FIFA após a Copa do Mundo de 2026. Em dois jogos disputados, houve avaliações sobre desempenho coletivo: no primeiro confronto a equipe não exibiu uma boa performance coletiva; no segundo, o rendimento melhorou quando se adotou uma formação com três meio-campistas, embora o desempenho geral tenha sido classificado como regular.
Essas avaliações técnicas colocam em perspectiva parte do investimento financeiro em treinadores de alto nível: além dos salários, as federações esperam ajustes táticos, maior consistência e preparação adequada para torneios futuros. Para seleções europeias e sul-americanas, as próximas edições de competições continentais, amistosos preparatórios e a própria Liga das Nações servem como termômetros do trabalho dos técnicos listados.
No caso de seleções que mudaram recentemente de comando — ou que têm projetos de renovação — o salário refletido no ranking é apenas uma das variáveis que interferem na avaliação pública e interna do trabalho do treinador. Resultados em campo, integrações de atletas, escolhas táticas e adaptação a janelas de convocação continuam a ser determinantes para a percepção de sucesso ou insucesso.
Fecho: o que acompanhar a seguir
A história seguirá sendo acompanhada em duas frentes principais: a performance imediata das seleções nas janelas internacionais e as consequências esportivas desses investimentos em longo prazo. Para Ancelotti, o pacto até 2030 significa que cada etapa — amistosos, competições continentais e as próximas eliminatórias — será observada à luz da expectativa colocada pelo comando técnico mais bem remunerado.
Nos próximos meses, serão pontos de atenção as próximas partidas oficiais e amistosas de cada seleção mencionada na lista, as alterações táticas que os treinadores promoverem e os resultados práticos que justificarão ou não os valores divulgados como remuneração anual.

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