Foto: CONMEBOL — uso em caráter informativo.
Após empate por 1 a 1, o Brasil superou o Paraguai nos pênaltis por 7 a 6 e faturou o título da segunda edição da CONMEBOL Liga Evolução Sub-15. A decisão ocorreu em 20 de setembro, no Parque Guasu Metropolitano, em Assunção.
Brasil sagrou-se campeão da CONMEBOL Liga Evolução Sub-15 Masculina ao derrotar o Paraguai nos pênaltis após empate por 1 a 1 na decisão realizada no domingo, 20 de setembro. A definição por penalidades terminou em 7 a 6 a favor dos brasileiros, que ficaram com o título ao final da segunda edição do torneio.
Resultados decisivos e detalhes das partidas
O encerramento da competição aconteceu no Parque Guasu Metropolitano, em Assunção, Paraguai, com seis partidas que determinaram as posições finais do campeonato. A final masculina teve empate em 1 a 1 no tempo regulamentar e definição na disputa de pênaltis, enquanto os demais jogos classificatórios também apresentaram placares e desempenhos que compuseram a tabela final.
Final
- Paraguai x Brasil: empate 1-1 no tempo normal; título decidido nos pênaltis com vitória do Brasil por 7-6.
Disputa do terceiro lugar
- Argentina x Equador: 1-0 para a Argentina. Gol de Heraldo Fiorotto, de pênalti, aos 79′.
Disputa do quinto lugar
- Colômbia x Chile: 4-3 para a Colômbia. Gols para a Colômbia por Cristian García (26′), Andrés Mena (35′) e Santiago Romaña (52′). Para o Chile marcaram Aarón Cornejo (14′), Mateo Cardemil (pênalti, 64′) e Justin Aillapán (73′).
Disputa do sétimo lugar
- Venezuela x Uruguai: empate 0-0 no tempo normal; Venezuela venceu 4-2 na disputa por pênaltis e ficou com o sétimo lugar.
Disputa do nono lugar
- Peru x Bolívia: 3-0 para o Peru. Gols de Jean Franco Trujillo aos 15′ e 39′, e Dyland Valiente aos 21′.
Além dos resultados coletivos, a competição entregou premiações individuais: Matías Troncoso (Chile) foi o artilheiro com quatro gols; Mateo Amarilla (Argentina) foi escolhido o melhor jogador; e Rubén Mizael Calderón González (Paraguai) recebeu o prêmio de melhor goleiro.
Contexto esportivo e importância do torneio
A CONMEBOL Liga Evolução Sub-15 cumpriu duas semanas de jogos e atividades focadas na formação, com sessões do programa Tercer Tiempo voltadas ao desenvolvimento dos jovens atletas. Esta foi a segunda edição do certame, evento que tem ganhado presença no calendário sul-americano como espaço de competições e aprendizado para categorias de base.
O torneio reúne seleções nacionais sub-15 de diferentes regiões da América do Sul, oferecendo mais do que partidas: constituiu um ambiente de avaliação técnica e tática para treinadores e dirigentes, além de proporcionar visibilidade a jogadores que podem integrar futuras etapas de preparação em suas federações. A alternância entre confrontos competitivos e ações formativas distingue a Liga Evolução de eventos exclusivamente eliminatórios.
Para as delegações, a competição serve como termômetro dos processos de base e como etapa de observação dos atletas em condições de calendário internacional. A variedade de resultados — de definições por pênaltis a jogos com muitos gols — evidencia disputas equilibradas e momentos decisivos que marcaram a reta final do torneio.
Retrospecto e relevância por seleção
Ao conquistar o título masculino nos pênaltis, o Brasil confirmou uma campanha que culminou na melhor colocação entre as equipes no masculino nesta edição. O Paraguai, por sua vez, alcançou a final diante de sua torcida em Assunção e terminou como vice-campeão após a definição na disputa de penalidades.
A Argentina assegurou o terceiro lugar em partida fechada contra o Equador, enquanto Colômbia e Chile ofereceram o encontro de maior número de gols entre as partidas finais, com placar de 4 a 3. A Venezuela, em confronto decidido nos pênaltis contra o Uruguai, fechou a participação na sétima posição. O Peru dominou a disputa pelo nono lugar ao vencer a Bolívia por 3 a 0.
Fecho: o próximo passo da história
Com a cerimônia de encerramento e as premiações entregues, a Liga Evolução Sub-15 finalizou sua segunda edição consolidando-se como palco de formação e observação de talentos. O desfecho em Assunção marca o término de uma etapa de competição e de atividades formativas, deixando para as federações e para os próprios atletas a tarefa de dar sequência ao desenvolvimento técnico e físico iniciado no torneio.
Os nomes premiados e os artilheiros retornam aos contextos nacionais com avaliações individuais a serem consideradas pelas comissões técnicas. Daqui por diante, a continuidade do trabalho de base nas respectivas seleções e clubes será determinante para a próxima fase da trajetória esportiva desses jovens.




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