Foto: Globo — uso em caráter informativo.
As semifinais ocorreram na noite de sexta (18/9) no Ginásio Mangueirinho, em Belém. Minas superou o Alianza Lima por 3 a 1; Osasco também venceu e as duas equipes brasileiras se enfrentam na final de sábado.
Minas e Osasco confirmaram os resultados das semifinais e se credenciaram para disputar a final da Brasil Cup, torneio de pré-temporada que está sendo realizado no Ginásio Mangueirinho, em Belém. As semifinais ocorreram na noite desta sexta-feira, 18 de setembro de 2026, e as duas equipes brasileiras avançaram para a decisão marcada para o sábado, dia 19.
Desenvolvimento: como foram as semifinais
No primeiro jogo da noite, o Minas superou o Alianza Lima, do Peru, por 3 sets a 1. As parciais foram de 25/16, 21/25, 25/23 e 25/14. A partida teve duração aproximada de 1h47. A ponteira Ana Rüdiger foi apontada como a maior pontuadora da partida, com 21 pontos. Outros destaques do Minas foram Jheovana, com 15 pontos, e a campeã olímpica Thaisa, com 12 pontos. A central Luzia, que foi campeã sul-americana com a seleção brasileira, fez sua estreia pelo Minas e contribuiu com 3 pontos entrando no decorrer do jogo.
O desempenho no bloqueio fez diferença para o time mineiro: o Minas somou 17 pontos de bloqueio contra apenas 3 do Alianza Lima. Pelo lado peruano, foram citadas duas jogadoras entre as maiores pontuadoras: Daniela Bulach e Yabar Calderón. O material registrou números distintos para Daniela Bulach — em um trecho foi apontada com 19 pontos, e em outro foi mencionado que terminou com 18 pontos — enquanto Yabar Calderón teve 17 pontos.
No segundo confronto, o Osasco venceu o Fluminense por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/23 e 25/20. A equipe paulista foi superior nos momentos decisivos e garantiu a classificação sem ceder sets. O fundamento do bloqueio foi novamente relevante: Osasco marcou 13 pontos de bloqueio, contra 6 do Fluminense. No aproveitamento ofensivo, o Osasco registrou 41% de eficiência no ataque, diante de 34% do Tricolor.
A oposta polonesa Magdalena Stysiak foi a maior pontuadora do Osasco, com 16 pontos — sendo 14 no ataque, 1 no saque e 2 no bloqueio. Pelo Fluminense, Aline Segato foi a principal pontuadora, com 10 pontos, e Valquiria Dullius, Ariane Pinto e Natalia Danielski terminaram com 9 pontos cada.
Contexto: retrospecto e o que está em jogo
As duas equipes chegam à final ostentando os títulos na Superliga Feminina de Vôlei, o que as coloca como favoritas em um torneio de pré-temporada voltado à preparação para a temporada oficial. A Brasil Cup, disputada no Ginásio Mangueirinho, em Belém, funciona como evento de aquecimento técnico e de entrosamento, reunindo equipes nacionais e uma formação internacional, no caso o Alianza Lima, do Peru.
Para o Minas, a vitória sobre o Alianza Lima destacou a combinação de bloqueio e eficiência ofensiva, com jogadores experientes e recém-chegadas já contribuindo — como no caso da estreante Luzia. Para o Osasco, a vitória em sets diretos evidenciou a capacidade de decidir pontos importantes e o poder de ataque concentrado em Stysiak.
O que está em jogo vai além do troféu: trata-se de oportunidade para ajustes finais antes do início das competições oficiais e ocasião para atletas recuperarem ritmo e para as equipes testarem alternativas táticas. Em torneios de pré-temporada, resultados servem tanto para construir confiança quanto para revelar pontos a corrigir na transição para a Superliga e outras disputas nacionais.
Programação das finais
- 15h30: Fluminense x Alianza Lima — disputa do terceiro lugar (sábado, dia 19)
- 17h45: Minas x Osasco — final da Brasil Cup (sábado, dia 19)
O cronograma reserva a partida pelo terceiro lugar antes da decisão do torneio. A final da Brasil Cup será disputada a partir das 17h45 do sábado, dia 19, no mesmo Ginásio Mangueirinho.
Fecho: próximos passos
A conclusão da Brasil Cup definirá o campeão do torneio de pré-temporada, mas servirá sobretudo como referência para a preparação das equipes. Minas e Osasco vão para a final com estilos diferentes evidenciados nas semifinais — o Minas explorando bloqueio e distribuição de pontos entre as pontuadoras, e o Osasco decidindo sem perder sets e com alto poder ofensivo concentrado. Antes da decisão, Fluminense e Alianza Lima terão a chance de disputar o terceiro lugar e seguir com observações táticas para os compromissos seguintes. A expectativa fica por saber como as equipes ajustarão escalações e estratégias para a partida de sábado e quais atletas manterão o nível apresentado nas semifinais.

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